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Destaques da 21.ª edição do Festival Queer Lisboa

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A 21.ª edição do Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer realiza-se de 15 a 23 de setembro no Cinema São Jorge, com a exibição de 90 filmes oriundos de 32 países.

 

A retrospetiva deste ano é dedicada à artista multimédia Shu Lea Cheang, e tem lugar no Cinema São Jorge e no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado. O filme 'God’s Own Country', do britânico Francis Lee, é o escolhido para a Noite de Abertura do Queer Lisboa 21, enquanto que 'Mãe Só Há Uma', de Anna Muylaert, encerra o Festival.

 

Na Competição de Longas-Metragens destaque para 'As You Are', que em 2016 valeu a Miles Joris-Peyrafitte o prémio Especial do Júri em Sundance; 'Beach Rats', que este ano deu à cineasta Eliza Hittman o prémio de Melhor Realização, também em Sundance; 'The Beach House', primeira longa-metragem do libanês Roy Dib; 'Los Objetos Amorosos', de Adrián Silvestre, que se foca nas migrações e identidades sexuais na Europa de hoje; 'Pieles', de Eduardo Casanova, que retrata a forma como a aparência física nos condiciona na sociedade; e 'Close-Knit', da japonesa Naoko Ogigami.

 

Para a Competição de Documentários destaque para 'Abu: Father', a autorrepresentação da família fragmentada de um cineasta muçulmano, paquistanês e gay, Arshad Khan; 'Homogeneous, Empty Time', de Thunska Pansittivorakul e Harit Srikhao, que dá uma visão queer das realidades sociais e politicas da Tailândia; 'Au-delà de l’Ombre', de Mezni Hafaiedh, expõe a realidade tunisina e os efeitos de uma sociedade homofóbica num grupo de jovens; 'My Mother is Pink', primeiro documentário da jornalista Cecilie Debell, é um road movie sobre uma relação conturbada entre um filho e a sua mãe; e 'The Strangest Stranger', de Magnus Bärtås, onde conhecemos melhor o homem que inspirou Haruki Murakami no seu popular romance Kafka à Beira Mar.