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O que os críticos dizem de 'Wonder Woman'

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Agora que os críticos já podem publicar os seus textos sobre 'Wonder Woman', verifica-se uma generalidade de opiniões bastante positivas – neste momento tem uma pontuação de 97% no site Rotten Tomatoes – num filme que marca um passo importante para o Universo Cinematográfico DC.

 

Depois da fraca recepção de 'Batman v Superman: Dawn of Justice' e 'Suicide Squad', 'Wonder Woman' poderá ser o filme que dá a tão desejada volta de 180º.

 

Kelly Lawler (USA Today):

"Este filme é de Gadot, e ela é electrizante como Wonder Woman, um papel onde se estreou no ano passado em 'Batman v Superman: Dawn of Justice' com grandes elogios da crítica. Separando-se da triste bagagem que o filme acarreta, a actriz israelita brilha tanto nos momentos mais pequenos, como quando levanta um tanque com as suas próprias mãos."

 

Alicia Lutes (Nerdist):

"É um alívio que Wonder Woman sobressaia onde os outros filmes da DC não conseguiram. A sua reflexão sobre o amor e a sua essência é subtil em muitos aspectos. As crenças e a fé de Diana na humanidade é um amor profundo, bem mais profundo do que em qualquer outro filme de super-heróis."

 

Kristy Puchko (CBR):

"Em vez de histórias sobre boas pessoas relutantes e inquietas, este filme desfruta das maravilhas e excitação de ser um super-herói. A expressão de Gadot ilumina-se quando Diana testa os seus limites e salta para a acção, salvando o dia."

 

O que os críticos dizem de 'The Fate of the Furious'

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O oitavo filme da saga 'The Fast and the Furious' está prestes a estrear, e as críticas parecem estar mais do que divididas.

 

Enquanto uns consideram 'The Fate of the Furious' como mais uma entrada de puro entretenimento, que se encaixa perfeitamente neste franchise, outros afirmam que este é o pior filme da saga até ao momento.

 

'The Fate of the Furious' estreia esta quinta-feira, 13 de Abril, em Portugal.

 

 

David D’Arcy (Screen Daily):

"Este oitavo filme do franchise 'The Fast and the Furious', realizado por F. Gary Gray (‘Straight Outta Compton’), é fiável, contendo uma ensurdecedora quantidade de acidentes de carros que vão manter a audiência alvo satisfeita, enquanto mistura novos elementos de forma inteligente."

 

David Ehrlich (Indiewire):

"'F8' é o pior destes filmes desde '2 Fast 2 Furious', sendo até capaz de ser pior. É o 'Die Another Day' deste franchise – vazio e genérico, comparado com os anteriores, desrespeitando a sua orgulhosa herança a cada curva. Como é o que o grande F. Gary Gray, cujo surpreendente remake de 'The Italian Job' expressou um enorme talento para o caos entre veículos, desperdiça o maior orçamento da sua carreira em algo tão aborrecido? Como é que Diesel e companhia, conseguiram aprender todas as lições erradas dos últimos dois filmes, dando-nos um episódio onde tudo parece tão falso, e onde a mensagem de que a família é o que importa, parece forçado.

 

Jim Vejvoda (IGN):

"'The Fate of the Furious' é um entretenimento que roça o ridículo, como seria de esperar. É sem dúvida melhor do que os trailers – que parecem mais uma paródia dos filmes 'The Fast and Furious' – sugeriam. Realmente, nenhum oitavo filme de nenhuma franchise consegue ser tão divertido e eficaz como 'Fate' consegue ser."

 

O que os críticos dizem de 'T2: Trainspotting'

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A sequela do filme de culto 'Trainspotting' (1996) está prestes a estrear – em Portugal a estreia está prevista para 23 de Fevereiro.

 

As primeiras críticas começam agora a surgir online e, ao que parece, revelam opiniões bastante positivas.

 

The Telegraph

"O original 'Trainspotting' – T1, um nome que espero não ser usado para chamar este filme – foi lançado no Reino Unido há cerca de 21 anos atrás, e foi tão contagioso que se torna impossível de igualar. Talvez por ser um produto criado pela altura em que foi feito (ou vice-versa). Não há hipótese do seu sucessor igualar esse legado, mas também não o mancha. Apesar de se alimentar do seu precursor, esta sequela acaba por ter o seu próprio valor."

 

 

The Independent

"Danny Boyle descreveu 'Trainspotting' como o 'Star Wars Escocês'. Isso é acrescentar pressão em si mesmo, no que diz respeito a realizar a sequela. O que é deveras impressionante em T2, é como consegue manter-se fiél ao espirito do filme original, ao mesmo tempo que reconhece e aceita todas as mudanças que surgiram ao longo destes 20 anos.

 

 

Empire

Se o primeiro filme é sobre as alegrias de ser jovem – o hedonismo, os erros, a camaradagem – T2 é sobre as desilusões da idade adulta – as limitações, os remorsos, a necessidade de reconexão. O passado destes amigos está inextricavelmente interligado com o presente, sendo esta a pungência do filme. Boyle consegue de forma audaz criar um filme sombrio sobre a vida deste grupo de 40 e poucos anos. Mesmo assim, será isto que queremos de um 'Trainspotting'?

 

 

Digital Spy

"Apesar de ser um filme inegávelmente bem feito, cheio de gags visuais, slo-mo e edições que tentam recriar o talento do primeiro filme – existindo gags muito bem conseguidos, bem como comoventes momentos trágico-cómicos que o realizador Danny Boyle é particularmente bom – este dificilmente consegue atingir a euforia do original." 

 

 

The Guardian

'T2: Trainspotting' de Danny Boyle é tudo o que, de forma razoável, poderia esperar – assustador, engraçado, desesperadamente triste e visualmente próspero. O que começou como um quadro da marginalidade britânica dos anos 90, renasce agora como uma escabrosa e brutal comédia negra, sobre as desilusões e o medo da morte por parte destes homens de meia idade."

 

 

NME

Com uma palpitante banda sonora que nos traz novos sons como Wolf Alice e Young Fathers, e uma deslumbrante actualização do icónico discurso "Choose life" de Renton, Danny Boyle dá-nos um filme que desencadeia uma adrenalina quase tão satisfatória como a do filme original.

 

Cinefilia de Fim de Semana | 'Luna de Miel', 'Other People' e 'The Huntsman: Winter's War'

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'Luna de Miel' (ou 'Honeymoon') é um filme indie mexicano, que aborda a obsessão e a solidão através do rapto. Uma história já vista milhares de vezes, mas que aqui ganha uma lufada de ar fresco devido a uma interacção bem conseguida pelos dois protagonistas. Um thriller psicológico que roça o torture porn, com leves pitadas de comédia – o que ajuda a dar uma certa leveza a um tema que dificilmente será visto como cómico.

 

 

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'Other People' é uma bela comédia dramática, que examina os efeitos que o cancro pode ter numa familia, mais concretamente na forma como os filhos lidam com uma doença que lentamente os vai afastando da sua matriarca.
Tal como sucedeu com '50/50', este filme consegue fugir inteligentemente aos clichés e à habitual tendência de pôr a audiência a chorar. Um projecto honesto e emotivo do escritor/realizador Chris Kelly, que consegue, através das suas próprias experiências, transmitir algo transcendente e universal.

 

 

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O que inicialmente estava planeado para ser uma sequela, acabou por se tornar num spin-off focado na personagem do Caçador, interpretado de novo por Chris Hemsworth. Este apresenta uma história fraca e com personagens unidimensionais, mas ao mesmo tempo consegue manter um ritmo que não aborrece o espectador, acabando por funcionar como mera ferramenta de distracção e entretenimento.
Uma prequela/sequela/spin-off que tem um elenco de luxo e uma excelente fotografia, mas que no final nos deixa com uma pequena voz na consciência que diz "este filme era completamente escusado".

'Captain Fantastic' | Uma emotiva experiência sobre a sobrevivência e a sociedade

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Esta comédia dramática é sem dúvida um dos melhores filmes de 2016. Uma história de amor e extremos, centrado numa familia que vive isolada da sociedade e que se foca nos valores mais primários da natureza humana. Um estudo de personagem original e imprevisivel, que nos dá uma visão de algo puro e honesto, num mundo cada vez mais mais absorvido pelo consumismo e intolerância.

 

Viggo Mortensen tem aqui uma das suas melhores prestações, como um pai sincero que tenta ensinar à sua familia valores de inteligência e sobrevivência, que são vistos pela sociedade como algo estranho e fora do comum.

 

Uma bela e emotiva experiência, que se junta a uma pequena élite de filmes sobre pessoas que decidem fugir à sociedade Americana, como 'Into the Wild' (2007) ou 'The Ballad of Jack and Rose' (2005).

 

'Assassin's Creed' | A adaptação de videojogos para o grande ecrã permanece medíocre

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A adaptação de videojogos para o grande ecrã nunca foi pêra doce. Este é um facto comprovado, se considerarmos aberrações como 'Super Mario Bros.', 'Street Fighter', 'Max Payne', 'Prince of Persia', entre muitos outros.
Quando surgiu a notícia de que o trio que nos trouxe 'Macbeth' – Justin Kurzel, Michael Fassbender e Marion Cotillard – iria avançar com a adaptação de 'Assassin's Creed', criou-se uma certa esperança, uma possibilidade de que talvez este fosse o projecto que iria "salvar" o género. Infelizmente não, apesar deste representar um passo na direccção correcta.

 

O problema de 'Assassin's Creed' não está no elenco, nos efeitos visuais ou nas sequências de luta (muito pelo contrário), mas sim num argumento vazio e totalmente desprovido de sentimento. Este cumpre os requisitos minímos, ou seja, entretém e ocupa a mente durante aproximadamente duas horas, mas as personagens unidimensionais impedem a audiência de criar qualquer tipo de empatia, por estas estarem presas a um único sentimento ou emoção, o que as torna demasiado previsíveis e aborrecidas.

 

É provável que esta adaptação de 'Assassin's Creed' satisfaça os fãs hardcore deste franchise, mas para aqueles que não estão familiarizados com a história ou com as personagens, a sensação de vazio torna-se demasiado acentuada.

 

Top 10 | Melhores Filmes de 2016

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Eis a lista dos filmes que mais gostei em 2016 – um ano em que o número de filmes vistos foi bastante inferior a anos anteriores (111) – e que ficaram reservados num cantinho especial.

 

A lista não está organizada por preferência, mas sim por ordem de visualização. O trailer está disponivel ao clicar na imagem do filme. 

 

'The Eyes of My Mother'

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Um filme poderoso sobre o isolamento (e as suas consequências emocionais e morais), que conta com uma estreia de peso por parte da actriz portuguesa Kika Magalhães. Este marca também a estreia do cineasta Nicolas Pesce, que escreveu, editou e realizou este projecto.

 

 

'Kubo and the Two Strings'

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 Mais um excelente projecto dos estúdios de animação Laika, que anteriormente nos trouxe os maravilhosos 'Coraline', 'ParaNorman' e 'The Boxtrolls'. Este revela uma maturidade superior aos filmes anteriores, numa história épica sobre coragem, amor e magia, tornando-se facilmente num dos melhores filmes de animação de 2016.

 

 

'Arrival'

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Depois de filmes como 'Prisoners' e 'Sicario', que afirmam Denis Villeneuve como um dos melhores realizadores da actualidade, surge 'Arrival', um projecto de ficção científica que foge aos clichés que habitualmente estão presentes no género. Um filme que revela uma inteligência e um deslumbramento pouco comum, que nos acompanha muito depois da sua visualização.

 

 

'Don't Breathe'

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Depois do fantástico remake de 'Evil Dead', criou-se bastante expectativa relativamente ao próximo filme de Fede Álvarez, 'Don't Breathe'. Este revela-se como mais um triunfo para o cineasta, que a partir de uma premissa bastante simples consegue criar um ambiente de tensão permanente, percorrendo ao mesmo tempo caminhos menos usuais neste género de filme.

 

 

'Midnight Special'

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O novo filme de Jeff Nichols ('Take Shelter', 'Mud'), é um thriller que mistura de forma perfeita diferentes elementos, que vão do road movie à ficção científica, com pitadas de religião. Um projecto que nos faz recordar a magia de Steven Spielberg nos anos 70 e 80, ao mesmo tempo que se destaca como algo muito próprio.

 

 


'The Witch'

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Um filme propositadamente discreto, arrepiante e desagradável, que prova que o medo é mais eficaz com o que não vemos. Uma experiência que evita os sustos fáceis, usando a natureza como principal meio de tensão. Este é o primeiro projecto escrito e realizado por Robert Eggers, que iniciou a sua carreira como designer de produção – algo que é bastante visível na excelente edição e fotografia de 'The Witch'.

 

 

'The Invitation'

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Este thriller exige alguma paciência, devido a um desenrolar bastante lento de eventos – algo que poderá afastar os mais impacientes – mas, no final, compensa e muito. Um filme com uma atmosfera e uma inteligência pouco usual, focando-se nas emoções e interacções entre as personagens, evitando revelações óbvias e desnecessárias. 

 

 


'Deadpool'

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Depois de uma primeira aparição em 'X-Men Origins: Wolverine', que deixou muito a desejar, surge finalmente o filme exclusivamente dedicado a este anti-herói. Tal como na banda desenhada, 'Deadpool' é um filme irreverente, sangrento, que apresenta um (bem vindo) twist no género dos super-heróis. 

 

 


'Anomalisa'

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Este segundo filme realizado e escrito por Charlie Kaufman – mais conhecido pelos argumentos de filmes como 'Being John Malkovich', 'Adaptation' ou 'Eternal Sunshine of the Spotless Mind' – consegue atingir uma grandiosidade artistica dificil de encontrar. 'Anomalisa' é um filme de animação com um coração enorme, que explora a intolerável solidão da existência humana.

 

 

'The Revenant'

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'The Revenant' é uma história penosa de sobrevivência, onde o poder selvagem da vingança se destaca. Um conto ambicioso, que tem como pano de fundo a natureza e os desafios que a mesma representa.
Este deu a possibilidade a Leonardo DiCaprio de vencer o tão desejado Óscar de Melhor Actor, depois de ter sido nomeado por quatro vezes nesta categoria.

 

'The Autopsy of Jane Doe' | Uma autópsia que corre terrivelmente mal

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'The Autopsy of Jane Doe' foi uma agradável surpresa. Apesar de alguns clichés que no género são complicados de contornar, este thriller de terror constrói um ambiente tenso que se mantém durante quase todo o filme. A isto juntamos as óptimas interpretações de Emile Hirsch e Brian Cox, bem como uma história que consegue manter o nosso interesse e curiosidade ao longo dos seus 90 minutos.
'The Autopsy of Jane Doe' é o terceiro filme de André Øvredal, que anteriormente nos trouxe o fantástico 'Trollhunter'.