Crítica: ‘Lockout – Máxima Segurança’

 

Partindo de uma história escrita em parceria com Luc Besson – que ultimamente se tem restringido a produzir e escrever diversos filmes de acção como ‘Taxi’, ‘Transporter’, ‘Danny the Dog’ ou ‘Colombiana’‘Lockout – Máxima Segurança’ é um “filme pipoca” que nos deixa entretidos durante os seus 90 minutos de duração, apesar de não ser nenhuma novidade no género.

Com uma personagem que partilha do mesmo sarcasmo que Snake Plissken – que era interpretado por Kurt Russell no filme ‘Nova Iorque 1997′, Guy Pearce é sem dúvida a melhor parte deste filme de acção. A sua personagem é Snow, que se vê obrigado a resgatar a filha do presidente dos EUA de uma prisão experimental situada no espaço.

Este primeiro projeto de James Mather e Stephen St. Leger não pretende ser um filme inteligente ou sério, tornando-se num no brainer para quem gosta deste tipo de cinema com ação, clichés em barda, e um protagonista inconveniente e sarcástico. Relativamente aos efeitos visuais, que têm uma importância elevada neste filme, podiam estar mais à altura, dando por vezes ideia de estarmos a visualizar um filme lançado directamente para DVD.

‘Lockout – Máxima Segurança’ é um filme que atinge o objectivo de nos entreter, assemelhando-se ao estilo de filme série B no que toca á simplicidade (e ridicularidade) da narrativa. O problema é que depende demasiado de Guy Pearce para atingir esses objectivos.

Nota: 6 / 10

 
 

3 Comentário(s)

  1. Ciro Espítama says:

    Excelente crítica. Nos explica o que é o filme, a quem se direcciona e não dá spoilers. Parabéns!

  2. Hugo Pagani says:

    Caro Ciro,

    Muito obrigado pela sua opinião.

  3. rui says:

    concordo com as opinioes…vê-se bem mas nada de especial!!!

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